Eu gostava de viver num mundo em que os media não pertencessem a grandes grupos económicos, nem ao Estado.
Gostava que os media fossem exclusivamente projectos jornalísticos, e não de poder, que pertencessem aos próprios jornalistas, e/ou ao público.
Isso sim, possibilitaria a verdadeira e total independência dos jornalistas.
Ah!, e claro que gostava que esses media fossem financeiramente viáveis, de preferência sem publicidade, ou pelo menos sem dependerem de dois ou três grandes empresas e/ou do Estado.
Chamem-me lírico ou, como diria o Henrique Monteiro, chamem-me o que quiserem, mas, como também diria o bom gigante Torres, deixem-me sonhar...
Madrugada de 25 de Abril de 74, parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém: "Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!" – Salgueiro Maia. Todos os 240 homens formaram de imediato.
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