A propósito desta vigarice que os espanhóis andam a fazer com os turistas britânicos, aproveitando o nome que o Algarve tem naquele país para vender o produto deles mais barato, recordo-me de há uns anos ter lido que em Trás-os-Montes uma pequena empresa de produção de queijos foi vendida a espanhóis, porque não era rentável.
O queijo que produziam era especial, porque as ovelhas comiam umas ervas que só existiam naquela zona.
Como era uma produção pequena, e nem todos os anos aquelas ervas floresciam, não era muito rentável.
E o que fizeram os espanholitos aldrabões?
Para garantir uma produção grande, começaram a juntar leite de ovelhas espanholas ao das "nossas", mantendo no entanto o nome daquele queijo, cujo nome não recordo.
Coisa parecida se poderá dizer do presunto Pata Negra.
Três exemplos de marcas portuguesas com implantação no mercado e aproveitadas pelos espanhóis, numa perspectiva ciganóide de abastardamento dessas marcas com o único objectivo do lucro fácil e imediato.
Madrugada de 25 de Abril de 74, parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém: "Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!" – Salgueiro Maia. Todos os 240 homens formaram de imediato.
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