O topo do ranking é dominado pelos colégios privados. Os resultados também evidenciam uma clivagem entre os exames feitos no Interior e Litoral do país, com classificações globalmente superiores para a segunda zona. As condições de trabalho, nomeadamente a dimensão dos estabelecimentos é uma das razões invocadas para explicar essa disparidade e reclamar um novo modelo de ranking para o país.
Por duas razões:
1. Ninguém vai tirar os filhos das escolas públicas para os pôr nas privadas por causa destes rankings, ou pelo menos não as pessoas suficientes para porem o sistema público de ensino em causa.
2. O verdadeiro ranking, que eu gostaria de ver e comparar, era o da vida profissional dos alunos. Aí é que se pode comparar a sério.
E daí...
Já se sabe que quem tem pais ricos tem a vida facilitada, não porque se prepare melhor em escolas privadas, mas porque tem "cunhas" para alcançar os melhores empregos. Sempre assim foi e não vejo jeitos de isso se alterar.
Já se sabe que quem tem pais ricos tem a vida facilitada, não porque se prepare melhor em escolas privadas, mas porque tem "cunhas" para alcançar os melhores empregos. Sempre assim foi e não vejo jeitos de isso se alterar.
Deixem lá estar os rankings (ou mudem-nos, se assim o entenderem) e concentrem-se no que realmente está mal, como por exemplo:
OCDE. Avaliação dos alunos está demasiado concentrada nas "notas" e não tanto na melhoria
A avaliação dos alunos está demasiado concentrada nas "notas" atribuídas, diz um relatório da OCDE, que defende a necessidade de mudar esta situação através da formação dos professores e do reforço da liderança pedagógica nas escolas.
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