- "Estou absolutamente inocente".
Duarte Lima, acusado no Brasil pelo assassínio da sua cliente Rosalina Ribeiro.
- "Governo trata autarcas como delinquentes".
Isaltino Morais, condenado a sete anos de prisão e a perda de mandato por fraude fiscal, abuso de poder e corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais, bem como ao pagamento de 463 mil euros ao Fisco.
Leio e fico na dúvida sobre o que se deveria fazer a estes dois mafiosos.
O primeiro sentimento é, claramente, afirmar que mereciam que lhes fossem cortadas as respectivas línguas. Quem rouba e mata descaradamente, sem que a (in)justiça lhe consiga deitar a mão, deveria pelo menos desaparecer das nossas vistas. Qualquer coisa como fez o Dias Loureiro, por exemplo.
Mas pensando bem, e já que não é possível castigá-los como mereciam, até é bom que falem e apareçam de vez em quando. Para que nenhum português se esqueça que, enquanto esta canalha não for severamente punida, não é possível haver esperança em dias melhores. Porque é precisamente por causa deles que caímos nesta imundície em que chafurdamos e nos afundamos dia após dia.
Madrugada de 25 de Abril de 74, parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém: "Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!" – Salgueiro Maia. Todos os 240 homens formaram de imediato.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Cortar-lhes a língua ou rirmo-nos, eis a questão
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário