1. O nosso primeiro
pertence à geração rasca.
2. Sendo assim, é natural que o seu discurso condiga com a sua condição.
De qualquer forma, seja ou não encenado o discurso de PPC, isto é como o amarelo: uns gostam e outros não.
Também havia muita gente que apreciava o "parlapiê" do Sócrates, sem dúvida muito mais elaborado, e no entanto...
A gente gosta mais de um do que do outro, não tanto pela personagem em si, mas pelo facto de ela ser oriunda de um quadrante político mais ou menos ao nosso gosto (a velha mas sempre actual dicotomia esquerda/direita) e, depois de ver de quem é o discurso, decide então se gosta ou não. O resto são argumentos que construímos, mais ou menos laboriosamente, para "defender a nossa dama". Assim um pouco ao jeito do professor Marc(t)elo, que faz (vende) pareceres a dizer que uma coisa é preta ou branca, consoante o pedido do cliente.
O problema é sempre o mesmo: como eles não são gagos, há sempre quem aprecie o que dizem. Aliás, até o nosso presidente, que é meio gago e sempre que tenta fugir às banalidades se enterra, tem quem o defenda. Por causa do discurso? Claro que não! Por causa da cor...
O problema não é o discurso, que só serve para nos entreter. O problema é a prática. Pois é, é a acção. E aí, o que vemos? Dois primeiros-ministros absolutamente lacaios do poder político e económico dos grandes e o País a afundar-se.
Aí não se distinguem um do outro e a gente é que se lixa...
2. Sendo assim, é natural que o seu discurso condiga com a sua condição.
De qualquer forma, seja ou não encenado o discurso de PPC, isto é como o amarelo: uns gostam e outros não.
Também havia muita gente que apreciava o "parlapiê" do Sócrates, sem dúvida muito mais elaborado, e no entanto...
A gente gosta mais de um do que do outro, não tanto pela personagem em si, mas pelo facto de ela ser oriunda de um quadrante político mais ou menos ao nosso gosto (a velha mas sempre actual dicotomia esquerda/direita) e, depois de ver de quem é o discurso, decide então se gosta ou não. O resto são argumentos que construímos, mais ou menos laboriosamente, para "defender a nossa dama". Assim um pouco ao jeito do professor Marc(t)elo, que faz (vende) pareceres a dizer que uma coisa é preta ou branca, consoante o pedido do cliente.
O problema é sempre o mesmo: como eles não são gagos, há sempre quem aprecie o que dizem. Aliás, até o nosso presidente, que é meio gago e sempre que tenta fugir às banalidades se enterra, tem quem o defenda. Por causa do discurso? Claro que não! Por causa da cor...
O problema não é o discurso, que só serve para nos entreter. O problema é a prática. Pois é, é a acção. E aí, o que vemos? Dois primeiros-ministros absolutamente lacaios do poder político e económico dos grandes e o País a afundar-se.
Aí não se distinguem um do outro e a gente é que se lixa...
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