«Para o FMI, o resgate ao estilo islandês é uma lição a reter em tempos de crise:
O compromisso da Islândia para com o seu programa de ajustamento, a decisão de impor perdas aos credores em vez de sobrecarregar os contribuintes e a opção de salvaguardar um Estado social que protege os desempregados da pobreza, permitiu ao país passar do colapso à recuperação.»
Independentemente das diferenças entre Islândia e Portugal (ex. corrupção, dimensão, riqueza, moeda, etc.), há um ponto essencial que marca a diferença: A DECISÃO DE IMPOR PERDAS AOS CREDORES EM VEZ DE SOBRECARREGAR OS CONTRIBUINTES E A OPÇÃO DE SALVAGUARDAR UM ESTADO SOCIAL QUE PROTEGE OS DESEMPREGADOS DA POBREZA!
Quanto àqueles que dizem que a Islândia roubou os pequenos investidores de diversas nacionalidades, a resposta é simples:
Não foi a Islândia, mas sim os bancos, quem roubou os seus investidores. Alguns islandeses, é verdade, mas outros estrangeiros, com delegações na Islândia.
«Na Islândia foi ponto do acordo assinado entre o FMI e os representantes eleitos, que jamais o Tesouro seria chamado a cobrir os buracos abertos pela folia destrutiva do sistema bancário e suas derivas especulativas.»
AQUI É QUE BATE O PONTO. Em Portugal isto poderia não ser suficiente, mas era uma boa ajuda. Cá os contribuintes não pagam só a incompetência dos bancos, pagam também os crimes, como o BPN e o BPP...
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