quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Eis a resposta à "perfeita legalidade" da coisa...


E agora?
Num país normal, esta ilegalidade teria que ter consequências.
Mas não em Portugal, claro.
Nem que tenha que se alegar prescrição, ou qualquer outra artimanha do género.
Quanto à ética, estamos conversados...

«Curso violou 'carta de princípios' da Lusófona
Através do processo de competências profissionais, só em casos extremos devem ser atribuídos mais de 40% dos créditos necessários à conclusão do curso - é o que diz um documento da Universidade Lusófona a que VISÃO teve acesso»

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