E agora?
Num país normal, esta ilegalidade teria que ter consequências.
Mas não em Portugal, claro.
Nem que tenha que se alegar prescrição, ou qualquer outra artimanha do género.
Mas não em Portugal, claro.
Nem que tenha que se alegar prescrição, ou qualquer outra artimanha do género.
Quanto à ética, estamos conversados...
«Curso violou 'carta de princípios' da Lusófona
Através do processo de competências profissionais, só em casos extremos devem ser atribuídos mais de 40% dos créditos necessários à conclusão do curso - é o que diz um documento da Universidade Lusófona a que VISÃO teve acesso»
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